A importância das embalagens vai muito além de somente comportar produtos. Esse segmento tem um papel importante para garantir segurança à cadeia produtiva.
Por isso, é fundamental que as marcas estejam atentas às expectativas e tendências do mercado para se adaptarem e evoluírem.
Neste artigo, você entenderá as perspectivas e desafios para o mercado de embalagens no Brasil.
O setor de embalagens abrange a fabricação e distribuição de materiais destinados a proteger, preservar e apresentar diversos produtos.
A essência desse mercado reside na indústria de embalagens, encarregada do desenvolvimento e produção de invólucros em diversos materiais, tamanhos e formatos, para atender às exigências de distintos setores e aplicações.
No Brasil, tanto a indústria quanto o mercado de embalagens ocupam uma posição destacada globalmente, registrando crescimento contínuo nos últimos anos.
Um exemplo disso é a aceleração dessa tendência durante a pandemia de covid-19, impulsionada pelo aumento na demanda por embalagens destinadas a serviços de entrega e comércio eletrônico.
O segmento de embalagens está vinculado ao PIB – Produto Interno Bruto. Não é por acaso, já que é considerado um indicador sensível da atividade econômica: dado o forte vínculo da economia brasileira com o consumo, o setor acompanha de perto o ritmo de expansão.
No entanto, desde o início da pandemia, observou-se um descolamento, impulsionado principalmente pelo crescimento significativo do comércio eletrônico.
Enquanto o PIB teve queda de 4,1% em 2020, o setor cresceu 0,5%, na contramão da indústria. O papel, isolado, teve alta de 1%.
Consequentemente, torna-se evidente que este setor se destaca como um dos mais dinâmicos na economia brasileira, sendo na maioria impulsionado pela indústria alimentícia, responsável por uma significativa parcela da demanda global de embalagens no país.
Estima-se que em 2020 o mercado de embalagens no Brasil movimentou cerca de 93 bilhões de reais, elevando-se para 118,4 bilhões em 2021 e alcançando uma impressionante marca de 123,2 bilhões de reais em 2022, conforme o estudo mais recente feito pela ABRE – Associação Brasileira de Embalagem.
Conforme apontado em um relatório da Mordor Intelligence, as perspectivas para a indústria de embalagens no país são bastante otimistas. Estima-se que o setor apresentará uma taxa de crescimento anual (CAGR) de 3,2% até o ano de 2026.
Dessa forma, é plausível que o mercado de embalagens se depare com diversas oportunidades nos próximos anos.
Além disso, espera-se a introdução de embalagens mais avançadas tecnologicamente, com ênfase em designs e modelos mais resistentes e personalizáveis para atender às necessidades específicas tanto dos clientes quanto dos produtos embalados.
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