As definições de lixo, resíduo e rejeito são frequentemente consideradas sinônimas. Embora existam semelhanças em alguns aspectos, cada termo tem suas próprias características e peculiaridades que devem ser compreendidas.
A fim de aprender sobre cada um deles e realizar a destinação correta, acompanhe o nosso artigo. Boa leitura!
No dicionário, lixo é todo e qualquer tipo de objeto que as pessoas descartam porque não precisam mais, ou seja, itens que não podem ser utilizados. Pensando nisso, culturalmente é considerado lixo algo sujo e que é necessário se livrar dele.
Com o aumento da população, a produção industrial e a quantidade de resíduos produzidos pelo homem aumentaram, assim como o volume de descarte. Grande parte desses resíduos acabam em lixões e aterros sanitários, o que contribui para problemas ambientais e sociais.
O resíduo é algo que foi descartado, mas ainda é útil para a indústria. Ou seja, os resíduos não precisam ser lançados no meio ambiente, mas podem ser tratados para retornar ao ciclo produtivo. Essa é a reciclagem, grande aliada na economia circular.
Atualmente, os resíduos são classificados pela legislação brasileira em grupos: papel, plástico, vidro e metal. Esses materiais devem ser separados do lixo normal e encaminhados para um local de coleta seletiva, onde serão destinados corretamente para garantir a sua reciclagem.
O rejeito é um tipo específico de resíduos, quando todas as possibilidades de reutilização, tratamento ou reciclagem se esgotam e não há solução final para o item ou parte dele.
Os únicos materiais que devem ir para aterros sanitários são os rejeitos, mas sabe-se que a grande maioria dos materiais que podem ser reciclados ou descartados acaba nesse lugar também. É por isso que a gestão de resíduos sólidos nas empresas está se tornando cada vez mais importante.
A separação e a coleta seletiva de lixo e resíduos contribuem para problemas importantes:
- Reduções no aquecimento global, desmatamento e gases de efeito estufa;
- Reduzem a geração e descarte em lixões e aterros sanitários;
- Incentiva operadores e cooperativas de triagem de matérias-primas para a indústria de transformação;
- Incentiva o consumo consciente;
Além disso, ao promover a reciclagem, é evitada a exploração de matérias-primas para a fabricação de produtos e embalagens.
O meio ambiente tem sofrido muito devido ao crescimento constante da população mundial e ao aumento indiscriminado de geração de lixo. Além disso, a poluição da água e do solo tem aumentado graças a falta de tratamento adequado do lixo que muitas vezes se acumulam em campos abertos, rios e córregos.
Com base na urgência da resolução desses problemas, a sustentabilidade surgiu como uma forma de modificar e transformar lixo em materiais reutilizáveis, sejam eles orgânicos ou inorgânicos. Essa transformação cultural ocorre gradativamente, mas está se tornando cada vez mais uma realidade em todo o mundo.
Nós, do Grupo Jauense Embalagens nos preocupamos e temos o compromisso diário com processos que contribuem para a diminuição dos impactos ambientais em todos os aspectos.
No processo de planejamento de embalagens, utilizamos a nossa expertise para que o mínimo de materiais sejam desperdiçados em sua fabricação. Depois de desenvolvidos os modelos e cortes das embalagens, todas as aparas passam por um processo de compactação e logo depois são coletadas pelas empresas de reciclagem de papel, que na maioria dos casos, são transformadas em novos papéis para o segmento de embalagens.
Como visto nessa matéria, existem diversas maneiras de gerenciar o lixo, os resíduos e os rejeitos e assim podemos ter melhores hábitos para contribuir com o meio ambiente. Se deseja entender melhor sobre sustentabilidade, leia o nosso artigo sobre o assunto.
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